domingo, 5 de julho de 2009

Clubinho...


Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Vinicius de Moraes

Um comentário:

  1. Ai que fofo Elisa...
    Achei bem bonitinho teu blog, bem... poético!
    Depois tu vai ter que me dizer como tu fez aquela montagem do clubinho... bem legal.
    Té mais...
    bjão

    ass.:Júnia

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